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23/02/2016

Resenha - Metrópolis - Mangá


Informações
Nome: Metrópolis
Volumes: 1
Lançamento: 1949
Gênero: Ação, Drama, Fantasia, Mecha, Sci-Fi, Super Poder, Psicológico
Autor: Osamu Tezuka

Sinopse: Em um futuro talvez não tão distante, está ocorrendo a Convenção dos Cientistas, em uma Metrópolis tecnológica, e entre eles, está o Doutor Lawton, que faz a descoberta da criação das células sintéticas. Durante a convenção, eles discutem a origem de manchas pretas no Sol, fazendo com que as células sintéticas passassem a funcionar. Com esse caso em particular, o líder do Partido Red, o malvado Duque Red, ordena ao Lawton criar um super-humano, que o constrói, mas com medo de que sua criação fosse usada para o mal, simula a destruição de seu projeto, passando a criá-lo como se fosse seu filho, com o nome de Michi. Após a morte de Lawton, Michi é adotado pelo Detetive Higeoyaji, que veio a Metrópolis investigar as bandidagens do Partido Red. Então começa a briga: o detetive protegendo Michi e o Duque Red querendo se apossar do super-humano para dominar o mundo. No desenrolar da história, vemos Michi em um conflito interno em ser meio humano e meio robô. Enquanto isso, ele vê e percebe toda a falsidade humana, se revolta contra tudo e todos que acaba gerando em uma revolução robótica, em que os alvos são os humanos.


No Brasil foi lançado pela NewPop:
Formato: 15 x 21 cm
Páginas: 168
Acabamento: Papel offset – Capa cartonada com orelhas
Valor: R$ 24,90


No passado, muitos ousaram arriscar uma visão do futuro, mas poucas foram tão geniais quanto a de Metrópolis. Em um dos grandes pólos tecnológicos do mundo acontece a Convenção Internacional de Cientistas que discutem sobre seus temas. Entre eles há o Doutor Lawton, que guarda uma descoberta na manga: a criação das células sintéticas. Brincar de Deus passou apenas a funcionar quando surgiram manchas negras no Sol que emitiam uma estranha radiação que fez com que as células sintéticas passassem a funcionar. Com isso, o grande chefe do Partido Red, o maléfico Duque Red, ordena que Lawton construísse um super-humano. Temendo que ele fosse usado para o mal, Lawton simula a destruição de seu projeto e passa a criar o super-humano, chamado de Michi, como se fosse seu próprio filho.

Após a morte de Lawton, Michi começa a ser criado por Higeoyaji, um detetive japonês que veio a Metrópolis investigar as tramas de Duque Red. Começa então a grande caçada de Red para se apossar de Michi e dominar o mundo enquanto a polícia de Metrópolis procura o líder do Partido Red. No meio do conflito vemos o desespero de Michi: ele não é um humano como os outros, mas também não é completamente um robô. Seu ódio pelos humanos acaba gerando um motim dos robôs que almeja destruir os seres humanos.

Não é sua culpa :'(

Metrópolis é criação do Deus do Mangá Osamu Tezuka, que se inspirou em criar a história baseado apenas no cartaz que viu do filme homônimo de Fritz Lang. Usando o seu traço caricato, Tezuka conseguiu exprimir de uma maneira simples o conflito entre seres humanos e robôs que poderia (e ainda pode) assolar o futuro.

Em 2001 foi lançado uma superprodução em animê livremente baseada no mangá de Osamu Tezuka e contando com Katsuhiro Otomo, autor de Akira, na produção. O longa, amplamente elogiado por James Cameron (criador de Avatar), traz uma versão diferenciada da história de Tezuka, fazendo com que a história original seja pela primeira vez publicada no Brasil.

Claramente eu na vida.

Sobre o autor

Osamu Tezuka é o “divisor de águas” da história do mangá e do animê. Nascido na cidade de Osaka em 1926, filho de uma família de classe média, durante seus mais de quarenta anos de carreira, Osamu Tezuka virou um símbolo por ter passado seus últimos anos de vida lutando para elevar o mangá, que antigamente era visto como entretenimento de criança, a um patamar em que agradasse leitores de todas as idades. Ao longo dos anos, escreveu mais de 150 mil páginas, divididas em 600 títulos e 60 trabalhos de animação. Tezuka morreu em 1989, deixando um legado eterno para todo o mundo.

 ( ͡° ͜ʖ ͡°) 

A narrativa tem estilo dinâmico e a composição de seus quadros e desenhos, hoje tão comum em qualquer mangá, foi um grande diferencial na época de seu lançamento. O escritor e desenhista não se preocupa em realizar cortes abruptos entre uma página e outra, dando um dinamismo invejável à história. O traço simples e eficiente é composto por muitos quadros em ângulos diferentes do tradicional, e, além de produzir estranhamento no leitor, favorece a percepção quase cinematográfica do enredo.

Fonte.

Temos esse mangá a muito tempo, mas nunca tomamos vergonha na cara para falar dele. E é bem legal e interessante, devia ter feito uma resenha logo após ter lido mas nem tudo na vida acontece como a gente quer. Ele é engraçado e muito bacana! Se tiver a oportunidade, leia, pois vale a pena! Recomendo para todos. Metrópolis tem uma narrativa simples, porém cativante, além de ter sido escrito pelo homem que é considerado o “pai do mangá”.

E quem já leu, o que achou? Deixe um comentário! :D

11 comentários:

  1. A resenha que nunca existiu

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    1. Pq vc ficou de fazer, mas nunca fez... Então eu fiz mais ou menos...

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    2. Não espalha o que? hehehe -print- :) ahauhauau

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    3. Como é nome daquilo que se tira algo da pessoa pra não revelar certa coisa? Ah é, suborno :v

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    4. A resenha já ta ai, já passou -q

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  2. ta na minha lista para ler mas a arte dele me desanima um pouco :v sei la eu acho a arte/traço uma das coisas mais importante para ler um mangá e o desse eu particularmente não curti x-x, talvez eu de uma chance quando acabar de botar minhas coleções em dia

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  3. Parece ser muito daora, quero ver como que os seres humanos vão fazer para se manter com essa revolta (se conseguirem se manter), e ver o desfecho, indo ler já!

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  4. Achei muito legal, e muitos dizem que é "obrigatório" ler pelo autor. Não é uma grande maravilha mais é bem legal!

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  5. Achei muito legal, e muitos dizem que é "obrigatório" ler pelo autor. Não é uma grande maravilha mais é bem legal!

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