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22/03/2016

Resenha - Concrete Revolutio: Choujin Gensou - Anime


Informações
Nome: Concrete Revolutio: Choujin Gensou
Tipo: TV
Episódios: 13
Lançamento: 2015
Estúdio: Bones
Gênero: Ação, Super Poderes
Duração: 24 min.
Classificação: +13


Sinopse: O anime se passa em um Japão diferente do que conhecemos, onde os super-humanos não são apenas parte das histórias de ficção. Estamos na chamada Era dos Deuses, cerca de 20 anos após a guerra, o Japão cresceu e se desenvolveu aos trancos e barrancos. Super-humanos que vieram a existir de diversas maneiras, e que são especiais de muitos modos, como: bruxas, titãs de outro mundo, criaturas místicas, fantasmas e duendes dos tempos antigos, robôs criados por cientistas, relíquias que se levantavam das ruínas de uma antiga civilização, e a lista não para por ai. Uma parte destes super-humanos não guardam segredo da sua existência e ganham popularidade na sociedade. Outros tentam encobrir suas identidades e lutar em sigilo. Também há inimigos dos super-humanos, bem como, as organizações que operam nas sombras. O governo japonês tomou muitas medidas para garantir a paz e a ordem. Uma delas é a criação de uma organização no âmbito do Ministério da Saúde e Bem-Estar. Sua missão é identificar os super-humanos, em seguida, supervisiona-los e protegê-los.


História

Resumidamente, o anime acompanha os funcionários de um escritório que faz parte do Ministério da Saúde e Bem-Estar, e a função deles é encontrar e proteger os super-humanos. Esses super-humanos podem ser qualquer tipo de criatura fictícia que você possa imaginar, assim como as citadas na sinopse. O anime mistura de TUDO! Achei isso fantástico, era uma loucura! E acontecem várias brigas, confusões, lutas, o escritório tentando proteger os caras, gente que você não sabe se é do bem ou do mal... Realmente, era é uma doidera.


Muitas pessoas não gostaram ou abandonaram esse anime, pois acharam confuso e alegaram não entender nada da história. O que é uma pena, pois eu achei ele muito bom! Vocês sabem que não sou a maior fã do mundo de animes confusos, mas entendi muito bem Concrete Revolutio. E a causa de toda a confusão era que o anime se passava em linhas do tempo diferentes, mostrando cenas de épocas diferentes, mas com os mesmos personagens, no mesmo episódio. No começo causou um estranhamento, pois não esperava por isso, mas depois de uns 2 ou 3 episódios, já havia me acostumado com o ritmo da história e consegui acompanhar sem problemas. Achei muito bacana esse diferencial, pois deixava as coisas mais interessantes. Não lembro de ter visto nada igual! Agora em 2016, vai sair a segunda temporada, chamada de Concrete Revolutio: Choujin Gensou - The Last Song. Estou ansiosa para ver!


Existe um fator nesse anime que confundiu muita gente. Logo no começo da história somos apresentados a duas datas: 41 de julho da Era Shinka, em Ginza (um distrito de Tóquio), onde acontece a história central. Kikko conhece Jiro e o ajuda no caso de um cientista que repercute em uma luta a nível colossal contra um alienígena gigante, filiando-se no final à organização. A segunda data é 46 de abril, em Shinjuku (outro bairro/distrito de Tóquio), que se passa num futuro onde Jiro saiu do escritório de proteção aos super-humanos e se encontra com a bruxa. Como dá para notar, a história possui uma forma própria de datação, diferente da real.

Com a história focando nessa organização oficial de proteção aos super-humanos, combatendo qualquer invasor do planeta, gostei da utilização de duas linhas temporais de forma intercalada, apesar de nesse primeiro episódio não ter sido muito bem executado. Permitiu que o plot apresentado tivesse ao mesmo tempo um bom fechamento e gancho para instigar o espectador a descobrir quais acontecimentos farão o protagonista sair da corporação.

Fonte.

Arte

Achei a arte incrível, combinou perfeitamente com o anime, pois a história era uma loucura, os personagens eram todos muito estranhos e inusitados, então nada melhor do que uma arte fora do padrão e super colorida! Expressou perfeitamente o clima da coisa toda. Realmente passava a ideia de que estávamos em um mundo/dimensão diferente.


Músicas

Abertura:
"Katararezu Tomo" - ZAQ

Encerramento:
"The Beginning" - Yohske Yamamoto


Vale a pena ver?

Sim, especialmente agora que a segunda temporada está a caminho! Não desistam no primeiro episódio! Não é difícil de entender, eu juro! E apesar de ter usado muitas imagens bonitinhas nesse post, o anime teve cenas tristes, de ação, mistério... Muitas emoções! Eu realmente gostei e recomendo, vale a pena dar uma chance!


7 comentários:

  1. Ta na lista já, a arte é muito bonita as cores me lembraram um pouco Kill la kill.

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    1. É um pouco menos berrante que Kill la Kill e faz muito uso de retículas. Combina bem com o clima sombrio que o anime adquire rapidamente. A arte é mesmo espetacular.

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  2. "Como dá para notar, a história possui uma forma própria de datação, diferente da real."

    Na verdade não. A Era Shinka do anime corresponde exatamente à Era Shouwa, só mudaram o nome. As datas são idênticas, bem como suas conversões para o calendário gregoriano.

    O anime é excelente mesmo, dos originais eu acho que foi o melhor do ano passado. Sobre a data e a confusão da narrativa não linear (que nem é tão confusa porque quando ele muda de data sempre informa antes), eu escrevi uma timeline comentada e relacionando à eventos do mundo real bem como fictícios (eles pensaram em tudo, esse anime é ótimo). Dá uma olhada aqui (preciso terminar de atualizar esse artigo até o episódio 12 pra relançar ele pra nova temporada, aliás): http://anime21.blog.br/2015/11/22/para-entender-concrete-revolutio-linha-do-tempo-completa-e-comentada/

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    1. Esse trecho foi uma citação. A fonte está no post também.

      Bem bacana isso que você fez! Parabéns!

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    2. Eu percebi que era uma citação, mas sei lá, achei que seria legal comentar para quem por acaso viesse ler aqui entender =)

      E obrigado!

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  3. Eu nem estava cogitando ver esse anime, mas com essa resenha vou pensar em assistir, só não tenho certeza ainda kkkk

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  4. "O anime se passava em linhas do tempo diferentes, mostrando cenas de épocas diferentes, mas com os mesmos personagens, no mesmo episódio. Não lembro de ter visto nada igual!"

    Baccano! é assim.

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